Concebido nos anos 1960 pelos arquitetos paisagistas António Viana Barreto e Gonçalo Ribeiro Telles, o Jardim Gulbenkian é uma celebração da harmonia entre Humanidade e Natureza. O Jardim reflete o interesse de Calouste Gulbenkian pelo mundo natural, que o levou a adquirir, em 1937, a propriedade «Les Enclos», na Normandia, e na qual construiu um enorme jardim que se tornou no seu refúgio.
Durante o encerramento do Museu para obras de renovação, o percurso «Natura Mirabilis. Arte e Natureza» junta estes dois interesses do Colecionador e convida o visitante a escutar as vozes de curadores e investigadores, que aprofundam o olhar sobre obras da Coleção Gulbenkian. Ao longo de doze paragens, propõe-se para cada obra – criadas por mestres como René Lalique, Edward Burne-Jones e Félix Ziem – um eco equivalente na fauna, na flora e nas atmosferas únicas do Jardim, gerando momentos de contemplação inesperados.
Fruto da colaboração entre as equipas do Museu e do Jardim Gulbenkian, este percurso inaugura-se em simultâneo com o lançamento da publicação «Natura Mirabilis. Arte e Natureza», editada pela Franco Maria Ricci, editora especializada em livros de arte de coleção.

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